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Memórias de um piá curitibano
 


Politicanagem - 2ª Parte

CONTINUAÇÃO DO POST DALI DE BAIXO.

 

O mais indignante de tudo isso foi assistir no intervalo comercial do noticiário, logo no início do intervalo e antes do retorno ao noticiário (duas vezes por intervalo, portanto), uma propaganda de uma sigla partidária divulgando aquilo que os seus parlamentares haviam “realizado”, como se estivessem cumprindo uma missão extraordinária, quando na verdade estavam fazendo apenas aquilo para o que foram eleitos. Ficam “arrotando” honestidade em propagandas enganosas, e quando os noticiários retornam ao ar, tome mais denúncia de corrupção e falcatruas realizadas pelos nossos engravatados e “probos” jogadores.

A impressão que me deu é a de uma lavagem cerebral, a tentativa de “enfiar” nos telespectadores,talvez de forma subliminar, ou talvez por osmose, simpatia por estes senhores e assim a garantia de que eles permanecerão no poder indefinidamente.

Pode-se perceber porque estes senhores não possuem o mínimo interesse em melhorar o sistema educacional do nosso país, e qualquer esforço neste sentido é desencorajado, não de forma aberta, naturalmente, mas em forma de dificuldades e burocracias, visando atrasar o máximo possível, pois sabemos que um povo instruído jamais daria tanto crédito a esta malta, ou súcia, como cita a definição acima.

É lamentável dizer, mas não existem mais políticos, ou talvez nunca tenham existido (o termo é apenas para definição do que deveria ser), mas apenas politiqueiros que misturaram todas as definições e hoje o que praticam, na verdade, é a POLITICANAGEM.

Fico por aqui, para não deixar o assunto mais longo do que já ficou e não ficar muito chato.

E então? Sou o único chato por aqui, ou mais alguém também já pensou algo semelhante?

Fica aqui minha homenagem em forma de protesto ao Sr. Joaquim José da Silva Xavier, por aquilo que ele fez, na tentativa de livrar nosso país dos salteadores. Mudaram os métodos e os salteadores, mas a roubalheira continua a mesma.

 

Grande abraço à todos.



Escrito por Airton às 16h51
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Politicanagem - 1ª Parte.

Desta vez segui os conselhos e usei um editor de texto, porém na hora de publicar, mensagem: "Seu texto excedeu a quantidade de caracteres permitido. Diminua o texto." Por isto, vai em duas partes.

 

Grande abraço.

____________________________________________________________________________________________________________________

po.lí.ti.ca

s. f. 1. Arte ou ciência de governar. 2. Aplicação desta arte nos negócios internos da nação (política interna) ou nos negócios externos (política externa). 3. Prática ou profissão de conduzir negócios políticos. 4. Conjunto dos princípios ou opiniões políticas. 5. Astúcia, maquiavelismo. 6. Cerimônia, cortesia, urbanidade.

 

po.li.ti.ca.gem

s. f. 1. Política ordinária, mesquinha e interesseira. 2. Súcia de maus políticos; politicalha.

 

po.lí.ti.co

adj. 1. Que trata de política. 2. Relativo aos negócios públicos. 3. Que se ocupa de política. 4. Cortês, delicado. 5. Astuto. S. m. 1. Aquele que se ocupa de política. 2. Estadista.

 

po.li.ti.quei.ro

adj. e s. m. Pej. Diz-se de, ou indivíduo que se ocupa muito da política partidária, ou faz politicagem.

 

Não sei como foi o início da história da política, isto é, quem criou a ciência política, ou quem começou a aplicá-la, mas sei que nunca fui um grande entusiasta deste jogo, muito pelo contrário, sempre procurei me manter um pouco afastado dele.

Sempre foi uma alienação voluntária, uma vez que, desde que comecei a conhecer um pouco deste jogo (em função da aprendizagem básica, e depois, com a aplicação dos meus direitos e deveres cívicos), pude perceber tratar-se de algo bastante sórdido.

No entanto, senti vontade de expor aquilo que tem me apoquentado o juízo em relação ao proceder da classe que pratica o jogo político, os nossos diletos “prometem não cumprem” homens públicos, e por isso fui ao Michaellis procurar saber o significado das palavras acima expostas, que descrevem “a coisa” em si.

Se minhas deduções estão corretas, são duas as maneiras de se conduzir o jogo, aliás, como a maioria daquilo que se faz na vida, a maneira correta, decente, que respeita as pessoas e as instituições, e a maneira que considera que não importa os meios contanto que os fins sejam atingidos.

Pela própria história, podemos perceber que não é de hoje que os praticantes desta arte escolheram atingir seus objetivos a qualquer custo, e que estes objetivos nem sempre, quase nunca na verdade, visam o bem da maioria, e sim de uma minoria, que geralmente rodeia os que fazem o jogo.

Digo isto, e para não ficar sem exemplos, cito o que ouvi nos noticiários de 20/04, sobre a redução do número das cadeiras de vereadores em certas cidades, cuja arrecadação não chega a atingir 50% das verbas necessárias para os salários dos tais, geralmente salários mais ajudas de custos e todos aqueles eteceteras que já conhecemos muito bem. Pois bem, no mesmo noticiário também foi divulgado que os parlamentares “mexeram os pauzinhos” para que a redução fosse menor, e assim fosse garantido um número maior de cadeiras do que a determinação anterior previu. Tudo isto sem que fosse alterado o valor das verbas que cada um deveria receber.

FIM DA PRIMEIRA PARTE - CONTINUA NO POST ACIMA.



Escrito por Airton às 16h50
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Reta Final

Queridas amigas e queridos amigos. Entrei na reta final do meu vínculo empregatício, e por isto estou atarefado com alguns relatórios que preciso deixar prontos ou encaminhados, visando manter o profissionalismo para não comprometer possíveis colocações futuras no mercado. Final de semana foi dedicado a assistir alguns filmes em família, e visitar os pais da esposa, que a dois finais de semana não eram agraciados com a nossa "filação de bóia" (já estava com saudades do tempero da sogra). Prometo que no feriado do Tiradentes tentarei postar algo com mais conteúdo. Quero mais uma vez agradecer aos amigos que me ajudaram com a falta de habilidade para postar. Prometo colocar em prática os conselhos recebidos.

Grande abraço piupow.



Escrito por Airton às 13h58
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